terça-feira, 24 de maio de 2011

14 de Maio de 2011

* Quinta de Cravel VS Sealife CMN *

Agendada uma passagem pela Quinta de Cravel, num sábado, algo que acontece uma vez por mês obrigatóriamente, tendo como meio de transporte uma Scooter, a minha, claro está, já que o Astro Rei, o Sol, convidava a usufruir da paisagem e da frescura que este "vício" encerra.

Antes de chagar a Vila Nova de Gaia tivemos ainda uma breve incursão pelo Porto, zona de S. Bento, onde fomos adquirir umas sandálias de descanso para alguém que delas necessita.

De scooter, e com ajuda do GPS, andar pela Cidade do Porto é algo que decididamente não me assusta. Se mais não for, fazem-se algumas dezenas de metros apeado, em sentido contrário, claro está!!!



Já na Quinta de Cravel, optámos por um passeio nas redondezas com a familiar que ali se encontra há já algum tempo hospitalizada.


Tratados os assuntos de secretaria habituais demos por finda a visita semanal que prestamos a alguém que carece de conforto.

Já perto das 17H00m dirigímo-nos para as proximidades do Castelo do Queijo, zona da Boavista, mais concretamente para a esplanada de fronte do Sealife, local onde durante a tarde houve um Rally Paper do Clube Maxiscooters do Norte.

Dado que outras obrigações nos limitam alguns movimentos tentámos ainda assim marcar uma breve presença junto de um Grupo de Companheiros de duas Rodas que se comporta como uma Familia.

Sempre com ajuda do GPS, por caminhos até então nunca percorridos, lá fomos saboreando aqui e ali os encantos que esta cidade do Porto tem para oferecer.

Decididamente, é uma cidade que merece a atenção do turista ou do cidadão desconhecedor.

Havemos de voltar mais vezes a esta cidade, de scooter ou de autocaravana, que condições não faltam segundo nos pareceu pelos recantos percorridos em scooter.

Já muito perto das 18H00m, andávamos ainda às voltas, entre a rotunda de Boavista e a rotunda do Castelo do Queijo, quando um Companheiro de Vila do Conde nos cumprimenta na faixa contrária e depois nos segue até ao local do Convívio.

Uma agradável surpresa para ele que não tinha tido conhecimento do Evento que ali se havia realizado e para nós por o encontrarmos.

Na esplanada ainda se encontrava um grupo considerável de Companheiros e Companheiras.


Os cumprimentos da praxe, umas fotos batidas para registar o momento, para mais tarde recordar no conforto de um sofá, quem sabe.

A vista era magnífica, o Sol ainda mostrava o seu poder calorífico, na praia alguns mais corajosos enfrentavam as ondas e a brisa Norte que corre normalmente ao final da tarde. Outros, mais bem equipados com os respectivos fatos de mergulho, desafiavam as ondas em bodyboord ou em surf.


O "parque de estacionamento" nas imediações estava bem recheado de belas montadas que proporcionam aos respectivos proprietários momentos de agradável condução.

Ali ficámos, saboreando a paisagem, a companhia, e um muito agradável geladinho.

Já ao cair da tarde, e porque não éramos os únicos de mais longe, despedimo-nos e rumámos a Norte. Uns a Guimarães, outros a Vila do Conde, outros ainda a Stº. Tirso.


A maioria, a Vila Nova de Gaia, logo ali ao lado, do outro lado do Rio Douro.

E prontos. Foi mais uma tentativa conseguida de juntar o útil ao agradável e  marcar presença junto de Companheiros do Clube Maxiscooters do Norte.



Desta feita foi com este Grupo, da próxima, será talvez com o outro Clube, que apesar de ser da "concorrência", eu entendo que é salutar a existência de todo o tipo de Grupos e Clubes, tudo, em defesa do Mundo das Scooter's.


Um abraço ao Clube Maxiscootes do Norte pelos momentos proporcionados.


Da minha parte, aqui fica mais um registo de uma breve saída na minha scooter que tanto prazer e tantos bons momentos me tem permitido desfrutar.

A todos um abraço e até sempre,

José Gonçalves
(Guimarães)

quinta-feira, 19 de maio de 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

25 de Abril de 2011 - Nas imediações do Gerês



Por este Minho a dentro


Um dia de Aventura, um 25 de Abril diferente, um passeio a bordo de uma scooter que me tem proporcionado alguns momentos de agradáveis descobertas.

Com saída de Guimarães, já quase ao final da manhã, por força de imprevistos que obrigaram a Pendura a trabalho extra, dirigímo-nos à Póvoa de Lanhoso.


Ficámo-nos pelo Parque Urbano, muito recente e muito acolhedor, com um Castelo da Póvoa de Lanhoso a olhar e a guardar o recinto.


Uma agradável mancha verde, recheada de bons aparelhos de manutenção física, com um calmo regato a ladeá-lo, inserido na malha urbana, a dois passos do Centro.



Aqui e ali umas árvores proporcionando uma agradável sombra e lar a algumas libelinhas, sinal de pureza das águas que por ali correm livremente.



Aqui e ali, magníficos momentos captados por uma câmara fotográfica sempre a postos.


Do Parque fomos até um restaurante nas imediações onde reconfortámos o corpo.

Depois deste, já bem retemperados e abastecidos, partimos à descoberta do Carvalho de Calvos, um imponente Carvalho com cerca de 1.000 anos, inserido num Parque Biológico muito interessante e atractivo.





Aqui permanecemos um pouco a saborear a paisagem e a refrescar o corpo à sombra, que o Sol ia bem alto e parecia um dia de Verão.

De regresso à estrada, olha-se o horizonte em redor e define-se um alvo, algures perdido na paisagem, tenta-se a sua localização no magnífico GPS e ala que se faz tarde.


Em redor, não existe ponto mais alto.


Ao longe, parece um qualquer miradouro perdido na paisagem.


A aposta está feita, rodas ao caminho à descoberta de recantos deste Portugal profundo.


Por mares nunca de antes navegados, por este aprendiz de marinheiro, claro está, eis-nos chegados a.....






É isso! Um miradouro.


Santuário de S. Mamede.


Com o empreendimento eléctrico da Caniçada ao longe:




Quase nem se dá pela Caniçada mas está lá, algo distante, mas está lá!






A Capela de S. Mamede, o objecto distante que ao longe me havia atraído as atenções sem que a sua identificação fosse possível.




Uma imagem de uma Santa que conheço de outras paragens bem mais longínquas, N. Srª. de Lourdes.


Quem diria que a viria a encontrar num topo de uma montanha em plena Serra do Gerês!




Ligeiramente mais acima, um abrigo do Guarda Florestal que mereceu uma incursão, quase uma escalada.




No caminho, encontramos uma Cruz, cravada na rocha granítica.




A perder de vista, a paisagem é algo limitada pela bruma que no horizonte nos limita o olhar.


Mesmo assim, é perfeitamente visível dali o Sameiro, em Braga.




Iniciada a escalada, a cada passo dava gosto olhar para trás.




Já estavamos a meio da escalada e ainda faltava outro tanto.




Aqui e ali o olhar perdia-se por um infinito que dava gosto fixar os olhos.




Mais uns passos, mais um esforço sob um Sol escaldante, transportando os casacos de motard, que ao fim de uns passos longos parecem pesar cada vez mais, e a paisagem obtida vale todo o esforço e nos compensa pela imensa beleza.








Estamos no topo. Em redor, não se vislumbra elevação mais alta.


Estou em crer que em dias de horizonte límpido o olhar deve conseguir alcançar o Oceano Atlântico, a largas dezenas de quilómetros de distância!


Saboreada a paisagem, com alguns momentos de descanso sobre o maciço rochoso onde nos encontrávamos, refrescado o corpo com a brisa que nos aliviava o calor, chegados já quase ao final da tarde, havia que retomar caminho com destino a Guimarães.


Uma última espreitadela ao GPS, afim de definir o rumo a seguir.




Já na descida, houve tempo para parar aqui e ali afim de registar momentos que não haviam passado despercebidos na subida, apenas havia um objectivo a ser alcançado e esse, já o havia sido!


A natureza, aqui e ali, brinda-nos com situações difíceis de entender o equilíbrio de forças que jogam no seu conjunto os maciços rochosos que desafiam literalmente a Lei da Gravidade!!!





Um último olhar para trás e vê-se ao longe o posto de vigia do Guarda Florestal, onde momentos antes havíamos estado.




Mais umas centenas de metros descidos e a Lei da Gravidade continua a ser claramente desafiada.





Desafiando também a Lei da Gravidade, e o cansaço das pernas que a jornada já ia longa...




Não! Não estou em cima daquela rocha em equilíbrio instável!


Ilusão de óptica, ou mestria da fotografa de serviço que "manipulou" sem querer a paisagem.



Eu era demasiado pequeno para conseguir subir para cima daquele monstro granítico.



E este foi o último registo fotográfico antes de abordarmos o regresso a Guimarães passando por lugares e lugarejos, sempre ao sabor do GPS, desfrutando aqui e ali com mais uns brindes que ficaram apenas registados no olhar.


E foi uma aventura em duas rodas que dificilmente seria alcançada numa autocaravana, no meu "Hotel Rolante".


Não teve as mesmas comodidades de um Hotel, do meu "Hotel Rolante", nem da viatura que me transporta tantas vezes a outros locais bem mais distantes, mas proporcionou-nos outro tipo de aventuras, outro tipo de descobertas, de um Portugal cada vez mais Profundo que procuro avidamente descobrir e saborear.


Este Portugal tantas vezes esquecido e que está ao alcance de uma viatura de duas rodas que dá pelo nome de Scooter.


A segurança não é de facto a mesma, proporcionada por uma viatura de 4 rodas, mas o prazer e a Liberdade alcançada dificilmente será alcançada por outro tipo de viatura que não uma scooter.


Mais uma vez, termino este relato divulgando dois Clubes de Maxiscooter's, dois locais onde se procura difundir este meio de transporte, dois locais onde se procura incutir, nos seus leitores e seguidores, conceitos de segurança que nos podem proporcionar momentos de Liberdade e até de Fraternidade entre os Povos.


São eles:






















A todos os leitores deste blogue, muito para além da mensagem de Aventura e Descoberta dos cantos e recantos deste País à beira mar plantado, fica o apelo ao Civismo, ao Respeito pelo Próximo e também pelo Ambiente, pela Natureza.


Um dos lemas que aprendi no meu tempo de escuteiro, na Natureza, não tires mais que fotografias e não deixes mais do que pegadas.


É também essa a função deste blog, destes relatos, difundir locais mas também conceitos que podem e devem ser um apanágio das nossas Vidas.


Segurança Rodoviária, precisa-se!


Civismo, exige-se!


Respeito, agradece-se!


A todos, boas curvas, bons passeios, um abraço e até sempre,


José Gonçalves
(Guimarães)

quarta-feira, 11 de maio de 2011

10 de Abril de 2011 - Parque das Taipas

Parque das Taipas - Guimarães

Numa tarde de domingo, com o Sol a espreitar e o calor a pedir uma sombra agradável, se possível à beira rio, nada como uma breve deslocação às Caldas das Taipas a rodar o punho da scooter.


Lugar para aparcar a scooter, neste estacionamento tão curto, há sempre.

Enquanto descarregava o material para um descanso sobre a relva....


Uma coisa estranha com apenas duas rodas, mas que não é uma scooter, e um cavalinho atrás a passo de trote.

Se com uma scooter podemos chegar mais longe, com isto...


E ali iam um cavalinho ainda jovem e um pónei com uma charrete entrando pelo Parque desafiando as barreiras.

Bom! Como o calor apertava um pouco procuramos uma zona de sombras onde a manta foi estendida.


Mais perto do solo as vistas são sempre... diferentes.


E este outro hooby acompanha-me para todo o lado, registar momentos, instantes, outras formas de olhar o passado.

O Parque é amplo, com boas zonas de sombra, onde a permanência é agradável, o rio corre nas imediações, se bem que aqui já se encontre muito poluído, impróprio para banhos, onde em tempos me refresquei.


Apesar de ser uma tarde soalheira, a Lua teimava espreitar lá longe, muito longe!


Mesmo deitado, num descanso saboroso, não é motivo bastante para não registar mais uns instantes.


E mesmo longe do aeroporto mais próximo, até os pássaros metálicos são alvo da objectiva da minha máquina fotográfica e da minha curiosidade.


A tarde foi passando e amigos se juntaram a nós para um final de tarde no Parque.


Após dois dedos de prosa eis que a tarde vai alta, o final de dia se aproxima.

Daqui partimos para um churrasquinho e umas costelinhas no sítio do costume.

Foi apenas mais um momento de agradável convívio com a Natureza, que a scooter nos proporcionou, sem grandes dificuldades de deslocação e sem dores de cabeça na busca de estacionamento.

Aproveito também para divulgar os dois clubes de Maxiscooter's onde me encontro filiado e dos quais me orgulho de pertencer.

São dois Clubes similares que proporcionam aos scootard's uma partilha de informações úteis e convívios saudáveis.














Andar de duas rodas exige conhecimento que poderá ser absorvido na experiência dos mais "velhos", dos mais "rodados".

E nada como partilhar experiências para que outros se possam precaver em certas e determinadas situações que se nos deparam pela frente.

E prontos! Da minha parte, desta que foi apenas mais uma tarde em saudável convívio com a Natureza, é tudo.

A todos, um abraço e até sempre,

José Gonçalves
(Guimarães)